Saude e Atitude

Preparação Física, Vídeos didáticos
Campanhas Sociais
Campanha Saboreando Conquistas – Consciência alimentar, Campanha No Bullying Zone, Campanha Postura de Campeão – Reeducação Postural

Campanha “Saboreando conquistas”

Conceito

Essa campanha foi idealizada pelo professor de Jiu Jitsu Cleiber Maia líder da Equipe LPM “Lutando por um mundo melhor”, movido pelo seu histórico pessoal de combate à obesidade e pela possibilidade de usar o esporte como pano de fundo para a promoção da saúde, da cultura e da integração social dentro das escolas conveniadas a sua equipe.

Os temas em questão são o resgate da autonomia alimentar e o combate à mentalidade de dieta.

A autonomia alimentar ocorre quando a alimentação é guiada pelos sinais vitais internos, pela percepção da fome, pela escolha livre do alimento desejado para aquele momento de fome e pela percepção do sinal de saciedade. É importante perceber quando usamos os alimentos para aplacar sentimentos, a comida deveria apenas aplacar a fome. Quando é usada para tapar uma falta ou diminuir uma ansiedade difusa, se torna um péssimo remédio, pois produz efeitos colaterais desagradáveis…

… Mentalidade de dieta é um termo que se refere a uma política de controle típica da sociedade de massa de consumo – controle exercido sobre nossos corpos e gostos -, que nos aliena dos sinais vitais da alimentação: fome, saciedade e prazer em comer. É a causa de grande parte dos problemas alimentares, e não sua cura. Significa que o ato de alimentar-se deixa de ser uma decisão pessoal, impõe-se de fora, tomando o lugar do pensamento.

Luciana Saddi (psicoterapeuta)

A privação e a abdicação do prazer, em prol de padrões inalcançáveis estéticos e de ganho de performance, é uma tendência social que aflige cada vez mais os jovens e se perpetua pela vida adulta à medida que os padrões de comportamentos assumidos moldam suas mentes e o corpos.

Nossos desejos do que comer podem ser revistos à medida que ampliamos nossas perspectivas em relação à alimentação, mas o gosto não pode se submeter a um estereótipo. É fundamental que as pessoas investiguem novos sabores e que literalmente temperem suas escolhas.

Objetivo

Nosso objetivo é oferecer ferramentas e criar oportunidades para que as pessoas, desde jovens, desenvolvam sua autonomia alimentar.

Queremos que se perceba que a fome e o desejo de comer como algo que vem de dentro, e percebam também que existe uma cultura familiar e uma influência social que tende a influenciar nosso processo decisório sobre o alimento que vamos comer, o quanto vamos comer e de que forma iremos comer.

Público Alvo

Agiremos localmente junto às famílias dos jovens de instituições de ensino dos bairros de Laranjeiras, Cosme Velho e adjacências, mas acreditamos que é um assunto de interesse universal e que dependendo dos canais de comunicação que venhamos a utilizar, possamos alcançar virtualmente um universo muito maior.

Importância da campanha

Na nossa concepção, mais importante do que tentar se alimentar saudavelmente é ter uma relação positiva com o ato de se alimentar e consideramos como positivo:

a) A reflexão sobre a relação que se tem com a comida, perceber o que sente no momento em que se alimenta.

b) A observação do que se quer, do quanto se quer e do que se precisa comer, libertando-se do que a sociedade de consumo em massa tenta nos impor a comer. Em suma, resgatar a autonomia do ato de nos alimentar.

c) O entendimento do que é equilíbrio para cada um, se tratando de alimentação.

d) Ter noção ecológica da cadeia produtiva que envolve o cultivo de alimentos.

e) A experimentação de novos sabores e alimentos.

f) A divulgação de receitas culinárias, dando margem para a criação e a adaptação ao gosto de cada um.

g) A produção culinária por parte das crianças.

h) Promover a integração social criando oportunidades de troca de experiências sobre o tema.

Colaboradores

Para realizar esse trabalho temos um grupo de pessoas que colaborarão, cada um em sua especialidade.

Luciana Quaresma é Consultora em Gastronomia, coordenadora da campanha e será responsável pela realização do evento gastronômico “Saboreando Conquistas”.

Flavia Quaresma é a nossa consultora culinária que dará ferramentas para que as pessoas se sintam estimuladas a experimentar alternativas gastronômicas, ampliando suas perspectivas em relação à alimentação.

Dra. Luciana Saddi é psicanalista, membro do “Grupo Corpo e Cultura” e abordará o tema “Mentalidade de dieta” que altera os padrões alimentares individuais e embaralha os sinais vitais da alimentação.

Dra. Thaís Callejo de Carvalho é psicóloga especializada em tratamento de distúrbios alimentares.

Dra. Georgiana Esteves é nutricionista especializada em tratamento de distúrbios alimentares.

Dra. Núbia Pio Autran é dermatologista e vai nos apresentar os conceitos da Ayurvédica – milenar terapia holística com métodos naturais.

Queremos, também, fazer parceria com uma fazenda para que possamos demonstrar aos jovens, entre outras coisas, toda questão ecológica e funcional que envolve a cadeia produtiva de alimentos.

Plano de ação

Será criado um “Hot Site” desenvolvido especialmente pela Garagem Design Integrado onde serão publicados textos / vídeos e links para as páginas da campanha no Facebook, Orkut e Twitter.

Promoveremos a reflexão sobre os seguintes temas dentro das escolas:

  • Conhecendo os alimentos
    • O conceito de “Alimento Orgânico”
    • Promovendo a qualidade da água potável
    • Hidratação
    • O que é equilíbrio alimentar (grupos de alimentos)
    • Alimentação para atletas (percebendo demanda do corpo)
    • Quizz (Joguinho interativo no site)
  • Descobrindo Sabores
    • Aprendendo a gostar de água
    • Sabores e estruturas dos alimentos segundo os conceitos da Ayurvédica
    • Alternativas para temperarmos nossa comida
  • Fazendo nossa alimentação
    • Como comprar alimentos (macetes para escolher frutas, legumes, etc.)
    • Como estocar alimentos em casa
    • Como conservar alimentos em casa
    • Como higienizar alimentos em casa
    • Como fazer horta de temperos em casa
    • Merenda para escola
    • Dicas de lanches para se levar ao trabalho (pais, professores, diretores, outros)
    • Receitas
    • Macetes no preparo de alimentos (cozimento, tipos de corte, etc.)
  • Autoconhecimento
    • O paradoxo francês (a culinária francesa é baseada em gordura saturada como manteiga, carnes gordas (carnes de caça…). Tudo teoricamente contrário ao que é pregado como saudável, mas a população tem um nível menor de obesidade e de doenças crônicas não transmissíveis em relação aos americanos).
    • A idéia vendida a atletas que não terão sucesso se não tomarem complementos nutricionais.
    • A Ayurveda como instrumento para o diagnóstico do desequilíbrio alimentar.
    • O movimento internacional “Endangered Species” que discute assuntos como “A mentalidade de dieta” e o resgate da autonomia alimentar, por exemplo.
    • Questões que envolvem o tema “estética”, como a insatisfação crônica com o corpo (distúrbios de auto-imagem), por exemplo.
  • Eventos Especiais (integração social)
    • Palestras aos pais, diretores e professores das escolas.
    • Visitação à fazenda para crianças.
    • Jogos sensoriais e degustação.
    • Evento Gastronômico.

O Evento gastronômico “Saboreando Conquistas”

Esse evento de encerramento promoverá a produção culinária e o sentido de conquista da autonomia alimentar, com base nas experiências vividas em todas as etapas da campanha “Saboreando conquistas”.

Entendemos que cada pessoa tem necessidades e desejos específicos, assim como um jeito especial de ser e pode expressá-los também quando se propõe a alimentar-se.

Nossa proposta é que cada participante dê seu toque pessoal a pratos propostos pela Flávia Quaresma e experimente outras criações inusitadas de outros participantes desse evento gastronômico.

O foco não é o quão saudável é uma receita culinária e sim o quão ela se adéqua às especificidades de seu criador.

Algumas empresas exibirão seus serviços em stands, promovendo sorteios e atividades para integração dos participantes.

Cada participante que preparar um prato para o evento será premiado com uma medalha especialmente desenhada pela designer Denise Teixeira da Garagem Design Integrado e será o reconhecimento pelo caminho percorrido de sabedoria, fé no poder da transformação e comprometimento com o bem estar.

Apoio

  • Equipe LPM Jiu Jitsu
  • Garagem Design Integrado
  • Filtro de Água Purific
  • AMAL – Associação de moradores e amigos de Laranjeiras
  • Exata Fitness Center

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Mentalidade de dieta II

Dando continuidade a nossa camapnha “Você tem fome de quê”, apresentamos mais um texto sobre o tema “Mentalidade de dieta” escrito pela nossa colaboradora Luciana Saddi, publicado no blog dela (http://falecomigo.folha.blog.uol.com.br/).

A mentalidade de dieta II

A alimentação vem sendo compreendida pela psicanálise como uma forma de comunicação e de relação entre as pessoas, forma altamente investida tanto individualmente quanto socialmente. Comer é um grande ato acompanhado por muitos toques de requinte cultural e psicológico. Satisfaz a fome e o desejo, a primeira mamada entrelaça necessidade e prazer – ato carregado de componentes eróticos altamente sofisticados. Por isto, muitas vezes, o método de dieta falha: porque não leva a vida psíquica em consideração nem os sinais vitais do comer e porque foi engendrado sob a configuração social chamada ato puro*, em substituição ao pensamento. Para quem teve a alimentação perturbada, é preciso um trabalho psicológico minucioso de investigação sobre a própria alimentação.

Sabemos que comer dá trabalho. É um ato complexo, que envolve capacidade de decisão, de percepção dos sinais internos, de escolha, de relação com o outro e com o mundo de forma mais ampla. As dietas negam isso: tratam o homem como se fosse gado, como se comesse ração, como se, via tecnologia, pudessem alterar o corpo, o paladar e até mesmo o gosto e a forma humana. A ciência e a indústria produzem enorme perturbação ao intermediar de forma massificante a relação do homem com sua alimentação. Diante das condições descritas aqui, vemos que o homem foi perdendo progressivamente a autonomia alimentar possível, já que perdeu a capacidade de se perceber diante do alimento e da alimentação. Procurando se enquadrar desesperadamente em algum “manual da boa alimentação”, acabou por abandonar o trabalho interno que comer exige. E repete essa mesma situação ao procurar transformações em seu corpo, que passa a ser tratado como maquina, como um objeto externo ao próprio homem. Ao fazer dieta constantemente e ao buscar um corpo idealizado se torna mais vulnerável a desenvolver algum problema alimentar.

Vejamos a definição desses quadros sintomáticos.

Os problemas alimentares:

A) Distúrbios do ritmo alimentar:

1. Distúrbio compulsivo de alimentação, que pode levar a obesidade ou não, mas que inicialmente é definido como toda a alimentação além da saciedade.

2. Bulimia, alimentação excessiva combinada a técnicas de alívio, como vômitos e evacuações e diurese forçadas.

3. Anorexia, fobia intensa a gordura e a alimentos, que pode gerar um emagrecimento severo e contínuo.

B) Preocupação exagerada com a aparência do corpo, com exercícios físicos, dietas constantes, modas alimentares, toda a ordem de compulsão por transformações estéticas no corpo.

C) A desnaturalização do ato de comer, mediado por tantas informações, torna a alimentação fonte de desconforto, de mal-estar, fundando uma relação perturbada com o alimento, com a saúde e com o corpo.

Os problemas alimentares acima identificados indicam um grau acentuado de perda de autonomia alimentar em consequência da mentalidade de dieta.

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Mentalidade de dieta

Pessoal

Dando o pontapé inicial da nossa camapnha “Você tem fome de quê”, vou apresentá-los um texto escrito pela nossa colaboradora Luciana Saddi, publicado no blog dela. Ela é psicanalista, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo, mestre em psicologia clínica PUC- SP, autora dos livros, O amor leva a um liquidificador (ed. Casa do Psicólogo) e Perpétuo Socorro (ed. Jaboticaba), titular do blog e programa de Rádio, Fale Comigo, na Folha.com.

Mentalidade de dieta

– para o internauta que acha que sabota a própria dieta ofereço a minha visão do problema.

Diante de um prato de comida, de um buffet ou mesmo da fome, encontramos pessoas perdidas, tentando contar calorias, saber o que é cientificamente permitido e emitindo as mais criativas opiniões sobre os alimentos e a alimentação. Opiniões que parecem lastreadas em artigos científicos publicados em jornais ou revistas. Vale notar que esses “artigos científicos” de última moda descobrem propriedades exóticas nos alimentos ou mudam de opinião a cada semana. Mesmo assim ou por causa disso, estamos desconectados do ato de saciar a fome com o alimento saboroso de nossa escolha e com a quantidade que sentirmos ser suficiente. Nossa sociedade desaprendeu a comer, teme comer ou nem mesmo se permite comer e investigar a própria alimentação. Mediados por informações diferentes, nos encontramos perdidos diante do controle produzido por esses intermediários: ciência, meios de comunicação, propaganda, moda, indústria, família e escola, que criam ou propagam essa nova moralidade e produzem a mentalidade de dieta – a consequência é perda de autonomia do homem em relação a sua alimentação.

Mentalidade de dieta é um termo que se refere a uma política de controle típica da sociedade de massa de consumo – controle exercido sobre nossos corpos e gostos -, que nos aliena dos sinais vitais da alimentação: fome, saciedade e prazer em comer. É a causa de grande parte dos problemas alimentares, e não sua cura. Significa que o ato de alimentar-se deixa de ser uma decisão pessoal, impõe-se de fora, tomando o lugar do pensamento.

A mentalidade de dieta perturba os sinais vitais da alimentação – pessoas submetidas cronicamente a dietas costumam não saber se sentem fome e não reconhecem o sinal de saciedade. Alimentam-se rapidamente, procuram ingerir os alimentos “proibidos” em grandes porções, pois nunca saberão quando poderão usufruir desse prazer novamente. São como condenados a morte diante de sua última refeição. É que estão submetidos à privação de prazer e à privação calórica, o que os torna propensos ao distúrbio compulsivo de alimentação. Onde há privação, haverá compulsão.

A autonomia alimentar ocorre quando a alimentação é guiada pelos sinais vitais internos, pela percepção da fome, pela escolha livre do alimento desejado para aquele momento de fome e pela percepção do sinal de saciedade. É importante perceber quando usamos os alimentos para aplacar sentimentos, a comida deveria apenas aplacar a fome. Quando é usada para tapar uma falta ou diminuir uma ansiedade difusa, se torna um péssimo remédio, pois produz efeitos colaterais desagradáveis.

Psicanalistas do Women Terapy Centre nos EUA e na Inglaterra desenvolveram uma técnica para investigar a alimentação, visando recuperação dos sinais vitais ligados ao ato de comer. A mais conhecida delas é Susie Orbach, best seller na Inglaterra, foi colunista do The Guardian e professora convidada da London School of Economics. Há três livros dessa autora, especializada em escrever para o publico leigo, traduzidos no Brasil: Gordura é uma problemática feminista. A impossibilidade do sexo. Sobre a alimentação.

Quando iniciei as entrevistas sobre obesidade e sobre problemas alimentares, não sabia que ela viria para São Paulo (em setembro), participar de um encontro científico na Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Em meu mestrado, No campo dos problemas alimentares: uma técnica de tratamento psicanalítica, procurei entrelaçar o pensamento dela com o de Fabio Herrmann, crítico da psicanálise e criador da Teoria dos Campos.

Posição da Equipe LPM Jiu Jitsu no combate ao Bulliyng

Na nossa concepção, cada pessoa lida com o Bullying de uma jeito diferente, até porque ele ocorre de várias formas distintas. O parâmetro que usamos para avaliar essa questão é a forma como as vítimas reagem à agressão ou intimidação, seja ela direta ou não. O problema está em não reagir, ficando paralisado pelo medo ou pela vergonha, numa sensação angustiante de impotência.

Acreditamos que as instituições devem definir canais para que as pessoas reclamem e denunciem qualquer tipo de abuso. Entendemos, também, que os pais devem observar como seus filhos reagem a situações dessa natureza, orientando-os sobre a melhor forma de enfrentá-las, ou buscar ajuda se for preciso, para que consigam transformar esse problema em algo que os fortaleçam em futuras ocasiões. Já a Equipe LPM Jiu Jitsu, através da prática de artes marciais, encoraja as pessoas a definirem limites em situações de conflito e as ajudam a sentirem-se mais confiantes na “luta” por seus direitos. Esses três universos; as instituições, a família e a Equipe LPM Jiu Jitsu devem estar em consonância para que a criança sinta-se amparada e preparada para enfrentar o Bullying.

No entanto, a radicalização no combate ao Bulliyng pode fortalecer a idéia para as crianças de que elas não são capazes de lidar com situações de desrespeito de forma autônoma, e não é essa a política que a Equipe LPM Jiu Jitsu vai adotar em relação a esta questão. Somos contra o desrespeito seja ele qual for, mas entendemos que o respeito deve ser dado e deve ser cobrado. Desrespeitar alguém é condenável, mas também condenamos a abdicação do direito de cobrar respeito de alguém.

Existe, inclusive, um movimento internacional, chamado Endangered Species (espécies em risco de extinção), ao qual a Equipe LPM Jiu Jitsu participa, em que, entre outras coisas, valoriza-se a autonomia das pessoas frente às pressões das indústrias de consumo em massa que querem determinar padrões inalcançáveis estéticos e de performance. Vemos no caso de um combate radical ao Bullying, uma busca por um padrão inalcançável de ambientes inócuos, onde não existe risco algum e onde tudo é perfeitamente controlado.

Não podemos entrar nessa obsessão por criar ambientes radicalmente “esterilizados” ou imunes à crueldade humana. A censura a brincadeiras e jogos que desagradam a alguns, sem avaliar caso a caso e sem antes dar a oportunidade de defesa, é superproteção. As pessoas devem desenvolver autonomia para agir ou não nessas situações, dependendo do que elas acharem conveniente no caso. Isso vai ser recorrente em suas vidas até a velhice e a fuga dessa realidade pode criar na vítima um estigma de que ela não é capaz de reagir a nada.

Episódios de Bullying devem ser avaliados e punições aos agressores podem ser necessárias em muitos casos, mas elas não podem ser generalizadas, assim como censuras prévias também não.

Enfim, no combate ao Bullying a Equipe LPM Jiu Jitsu valoriza virtudes como a coragem, o companheirismo, a tolerância, a dignidade, a solidariedade e algo que pode parecer fora de moda, mas que é o reflexo do verdadeiro praticante de arte marcial, o cavalheirismo. Podemos garantir que quem compartilha de nossos valores não se identifica com a prática do Bullying e não fica passivo a injustiças impostas a qualquer um que seja.

Prof. Cleiber Maia

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